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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Evoluçcao da tecnologia de telefonia!

A evolução da telefonia móvel e suas vantargens para informatica...

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Fazer o homem interagir com os acontecimentos e intera-lo cada vez mais na realidade do mundo tem sido o combustível que impulsiona os cientistas em seus desafios tecnológicos. Parecia “coisa do outro mundo” a possibilidade de acessar através de um computador arquivos de dados e imagens a distancias por meio da Internet. .

A evolução desse meio de comunicação já esta na evolução do “wireless”, e não parece querer parar por aí. Em meios às novidades tecnológicas está também a telefonia celular que procura conectar o homem não somente com as pessoas, mas também fazer do seu pequeno aparelho celular, um instrumento entretenimento e de conexão com o mundo cibernético, embora seja considerado ainda alto os custos dos serviços oferecidos pelas operadoras.

Já era uma realidade no Japão a tecnologia 3G em 2004. Atualmente, japoneses usam em massa aparelhos com tela de alta resolução, “streaming” e “download” de áudio e vídeo e até conferência via telefonia móvel! Aquilo que era apenas um simples telefone, passou a ser uma multi-ferramenta aos usuários.

A cada dia, há uma maior necessidade por parte dos provedores de notícias e entretenimento que se utilizam da internet, em adaptar-se para esse novo público. Estamos falando de uma parcela muito significativa de usuários dos serviços de telefonia celular – estimado em milhões de usuários. Esse universo de clientes tem nas mãos, a comodidade de mesmo em um banco de jardim, buscar muito mais que informações, mas de viver a desejada interatividade integral e irrestrita oferecida pela virtualidade da Internet.

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Mobilidade – A evolução da telefonia móvel

Navegando pelos blogs de amigos, achei este vídeo bacana que faz um tour pelas várias fases que os aparelhos celulares passaram, desde a época do tijolão, passando por modelos que mais parecem um tamagotchi (nossa, alguém lembra disso?), modelos que tentaram ser mini-games, até os smartphones de hoje.

Valeu a viagem no tempo:


História e Evolução dos Telefones Celulares
A empresa americana Bell Company, em 1947, desenvolveu um sistema
que permitia a utilização de telefonia móvel dentro de uma determinada área
utilizando o conceito de células, ou áreas de cobertura, derivando deste, o nome
celular. Ainda naquele ano, nos Estados Unidos, a AT&T e a Bell propuseram à
FCC (Federal Communication Commission) a alocação de um número de
freqüência de rádio especificamente para comunicação móvel, mas a FCC
disponibilizou apenas poucas freqüências, possibilitando que somente 23
pessoas se conectassem simultaneamente ao sistema de uma determinada área
de cobertura. Isto, na época, tornou a tecnologia inviável comercialmente.
Levou cerca de 20 anos para a FCC reconsiderar o número de freqüências
destinadas à telefonia móvel e aumentar esse número para suportar mais
usuários.
Em 1968, as empresas AT&T e Bell definiram o sistema de uso de torres
para atender aos usuários por áreas, conforme seu deslocamento, e, desta
forma, continuou a propagação do sistema até a cobertura atingida nos dias
atuais.
A Bell, em 1973, já possuía um sistema de comunicação instalado em
carros de polícia, mas foi a Motorola, naquele mesmo ano, a primeira a
incorporar essa tecnologia a um dispositivo móvel de comunicação fora de um
veículo, para uso pessoal. Contudo, em janeiro de 1979 o sistema foi realmente
testado com 200 pessoas em Chicago.
Mas foi 10 anos depois, em 1983, que surgiu o primeiro celular aprovado
pelo FCC, o DynaTAC 8000X, da Motorola - que junto com a empresa Ameritech
iniciou o uso comercial da telefonia celular no Estados Unidos e no mundo.
Nesse momento a Motorola já havia investido cerca de US$ 100 milhões em 15
anos de pesquisas em tecnologia móvel celular.
O aparelho, conforme mostrado na Figura 1, com cerca de 1kg, tinha
capacidade para uma hora de conversação e oito de stand-by, memória para 30
números, além de display com LED (Light Emitting Diodes). "Consumidores
ficaram tão impressionados com a idéia de estar sempre conectados que se
dispunham a pagar US$ 3,995", lembra Rudy Krolopp, um dos primeiros
– História e evolução dos telefones celulares 23
participantes da equipe de desenvolvimento do aparelho. As listas de espera
chegavam aos milhares, mesmo com o preço do DynaTAC 8000X; Hoje um
aparelho de última geração está na faixa de U$250.
Figura 1 – Motorola Dynatec 8000X
Passados 20 anos do início da telefonia móvel comercial, o conceito do
uso desses dispositivos mudou; hoje os consumidores procuram maneiras de
reforçar seus estilos de vida. O celular tornou-se, neste contexto, uma extensão
da personalidade do usuário, uma peça capaz de enriquecer relacionamentos,
divertir, aumentar a produtividade e expressar individualidade. Isso significa
comunicar, dividir, criar e divertir com voz, textos, imagens, músicas e vídeos.
Com o barateamento da tecnologia, o número de usuários de celular no
mundo passou de cerca de 300 mil, em 1984, para mais de 1,2 bilhão,
atualmente. À medida que a indústria cresceu, as empresas anteciparam a
demanda por tecnologias inovadoras, de acesso sem fio à internet, a jogos,
músicas e imagens digitais.

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A Telefonia Celular no Brasil
A entrada do Brasil na era da telefonia celular ocorreu em novembro de
1990. Desta data até dezembro de 2003 passamos de 667 para mais de 43
– História e evolução dos telefones celulares 24
milhões de acessos móveis - Uma trajetória impressionante de crescimento de
uma tecnologia que marca presença em vários setores da sociedade.
“O telefone celular chegou a rincões do país, algumas vezes, antes mesmo
que as populações locais dispusessem de água encanada ou saneamento
básico”. (Dias et al, 2002).
Em agosto de 2003 o número de usuários da telefonia móvel ultrapassou
os da telefonia fixa. A Agência Nacional de Telecomunicação - ANATEL -, no
final de 2003, divulgou o total de 46.373.266 acessos móveis no Brasil,
representando uma densidade de 26,2 acessos por 100 habitantes. Em
novembro de 2004, a Anatel divulgou que esse percentual de acesso subiu para
31,3% da população brasileira. Um aumento de 27%, de 2003 para 2004, na
teledensidade da telefonia móvel no Brasil.http://www.comprafacil.blog.br/wp-content/uploads/2009/05/analogico.jpg
No início da operação da telefonia celular o interessado deveria despender
cerca de US$20 mil para utilizar o sistema. Mas, como costumeiramente ocorre
na área tecnológica, o preço caiu conforme aumentou a evolução tecnológica e a
escala de produção. Tal escala surgiu a partir da grande demanda reprimida na
área de telefonia fixa que, até então, era de péssima qualidade. (Dias et al, 2002,
2002).
Pouco a pouco a tecnologia de comunicação móvel foi sendo incorporada
ao cotidiano e às mais variadas situações. Desde novas formas de contato
pessoal, passando por áreas de negócios, até salvamento de vidas, foram
viabilizados através da tecnologia do celular. O celular deixou de ser apenas
um objeto de desejo para se tornar uma necessidade, deixou de ser artigo de
luxo para, em muitos casos, se tornar item básico. A telefonia móvel atingiu um
patamar que permeia todo o tecido da sociedade brasileira moderna e que,
assim como os computadores, criou um forte vínculo de dependência com essa
tecnologia (Dias et al, 2002).
Entretanto, ao contrário dos computadores pessoais, o celular conseguiu
uma massificação e capilarização país à fora graças aos planos pré-pagos, os
quais tiveram um crescimento vertiginoso desde sua implementação. Em junho
1999, quando foi lançado, o pré-pago representava apenas 15% da base de
assinantes; um ano depois já era 50% dos usuários. O ano de 2003 fechou com
76% do mercado nessa modalidade de assinatura, representando 35 milhões de
usuários no Brasil.
Essa alta popularização do celular viabilizou e alavancou negócios da
população de renda mais baixa, possibilitando a criação de um contato
permanente aos escritórios móveis de diversos tipos de trabalhadores

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– História e evolução dos telefones celulares 25
autônomos, a maioria dentro da informalidade da relação de trabalho, realidade
que tem níveis ascendentes no Brasil (Dias et al, 2002). Não por acaso, o
Estado do Rio de Janeiro, que conta com os maiores números da economia
informal no Brasil, é também o segundo com maior densidade de acesso no
país.
No verão de 2002, o antropólogo Robbie Blinkoff (2001) e uma equipe de
antropólogos conectados entre sete grandes cidades do mundo, entre elas Rio
de Janeiro, realizaram uma pesquisa com 144 participantes. O estudo mostrou
que o usuário brasileiro não aproveita adequadamente as funções de seu
aparelho celular.
Em muitos casos, os aparelhos com recursos simples são suficientes para
um grande grupo de usuários. O excesso de recurso e informação, algumas
vezes, apenas confundem e atrapalham usuários inexperientes e que não têm
necessidade de utilizar funções além das que julgam serem triviais. Além disso,
freqüentemente observamos pessoas que, mesmo com experiências anteriores
com outros celulares e computadores, deparam-se com problemas de uso com
seus telefones celulares.

O outro lado do uso do celular
Muito se fala de como os celulares melhoraram a comunicação,
viabilizaram novos negócios, facilitaram resgates, possibilitarem outras benesses
para a sociedade. Entretanto, da mesma forma que essa tecnologia é utilizada
para coisas boas, também é aplicada em negócios ilícitos. Não são poucas as
notícias sobre bandidos, mesmo presos, que comandam suas quadrilhas com o
uso de telefones celulares. “É claro que esta facilidade de comunicação acabou
ajudando também os bandidos – em especial os agentes do crime organizado,
que às vezes coordenam roubos, seqüestros e outros crimes de dentro dos
presídios” (Dias et al, 2002).
Como em vários estados não era preciso preencher um cadastro para
adquirir um telefone pré-pago, facilitou-se o uso de celulares pelos bandidos de
forma anônima. Felizmente, todos os estados já obrigam a existência de um
processo de cadastramento para todos os compradores de celulares.
“Mesmo assim, especialistas em segurança afirmam que a tecnologia
celular não pode ser considerada um instrumento facilitador do crime. Ao
contrário, a própria polícia tem utilizado o grampo desses aparelhos
telefônicos para obter informações importantes...” (Dias et al, 2002).
– História e evolução dos telefones celulares 26
Além da questão da segurança, a presença dos aparelhos celulares em
reuniões, salas de aula, cinemas e peças de teatro tem causado grande
incômodo, com seu toque de chamada ou com a conversa do usuário,
perturbando o silêncio necessário nessas ocasiões e ambientes. Desta forma, o
uso desse dispositivo já observa regras de etiqueta em ambientes específicos.
Estas regras quando não implícitas, são explicitadas aos usuários através de
avisos, cartazes e até mesmo filmes, este último, mais especificamente, em
salas de cinema.
Determinadas escolas dos EUA já detectam e retêm os celulares na
entrada dos alunos, evitando que portem seus aparelhos em sala de aula.
Mais recentemente, os celulares com câmeras estão sendo indevidamente
utilizados para revelar momentos de intimidade de pessoas, como em banheiros
e vestiários. Diversos estabelecimentos já estão procurando medidas de se
precaver de eventuais situações deste tipo. Livrarias também estão, literalmente,
vigiando o uso de celulares com câmera a fim de evitar cópias de livros através
das fotos digitais dos aparelhos - desde o advento desta função nos celulares, as
vendas de livros registraram queda associada a esse tipo de cópia não
autorizada.

Tecnologia Centrada no Usuário
Shneiderman (2002) considera que, ao contrário da velha computação que
valorizava os aspectos da máquina, a nova computação valoriza o que,
efetivamente, os usuários podem fazer com as máquinas. Ainda segundo o
pesquisador, a tecnologia não é o objetivo final e sim o meio pelo qual o usuário
pode satisfazer diversas necessidades e enriquecer suas experiências.
O início da interação humano-computador está intrinsecamente
relacionado ao desenvolvimento de novas tecnologias de interfaces para
computadores e a história da interface gráfica. Vários destes conceitos são
empregados nos sistemas dos aparelhos celulares atuais.
No início dos computadores pessoais as linhas de comando utilizadas em
sistemas, como o DOS, eram a principal forma de comunicação entre o homem
e a máquina, restringindo o uso dos computadores a grupos ligados diretamente
à tecnologia. Aprender a operar era como lidar com uma nova língua, na medida
em que era preciso decorar significados arbitrários, além, lógico, de sua sintaxe

http://www.mobilepedia.com.br/wp-content/uploads/2009/10/3g-internet-movel.PNG

– História e evolução dos telefones celulares 27
própria. A tecnologia em si era a guia de desenvolvimento dos produtos das
empresas, sem que estas atentassem para outros tipos de usuários.
A tecnologia que empregava janelas e ícones para representar elementos
no monitor do computador com um dispositivo chamado mouse, teve seus
primórdios com os engenheiros Ivan Sutherland e Doug Engelbart em meados
de 1968, mas foi o pesquisador do Xerox PARC (Palo Alto Research Center)
Alan Kay, em continuidade ao trabalho de Sutherland e Engelbart, que trabalhou
com o conceito de metáfora, criando a relação da tela com uma mesa de
trabalho em uma interface do computador.
A partir dali, evidenciava-se o design de HCI centrado em fatores
humanos, conforme escreve Johnson (2001):
“Se o computador podia assumir qualquer forma imaginável, porque não o
fazer imitar o velho mundo analógico que iria substituir? Era uma espécie
de troca imaginativa: se as pessoas iriam abandonar seus fichários e
pilhas de papel, porque não simplesmente transferir essas coisas para o
mundo digital?”
Desta forma, as associações e os processos analógicos dos usuários eram
respeitados e transmutados para um ambiente digital, diminuindo o impacto da
passagem de um meio para outro.
O computador Lisa, da Apple, foi o primeiro computador pessoal no
mercado a utilizar tecnologia baseada no conceito de WIMP (Windows- Janelas
que podiam ser manipuladas. Icons- Ícones que representavam elementos do
sistema; Menu pop-up- Organização e disposição das funções em menu e sub
menus; e Pointer- Ponto de acionamento com controle via mouse).
Em razão do alto preço, o Lisa não obteve sucesso comercial, e logo os
engenheiros da Apple já finalizaram seu segundo projeto, o Apple Macintosh,
cujo lançamento ocorreu em 1984, com sucesso de vendas.
A possibilidade de uso dessas máquinas por pessoas sem conhecimento
técnico foi proporcionada pela utilização de metáforas de Kay que remetiam a
lógicas pré-existentes. A nova tecnologia de interface gráfica apresentava-se
como uma forma de humanização da tecnologia, permitindo que pessoas
comuns, utilizassem as máquinas do futuro. Esta era a intenção da Apple,
conforme verifica-se no próprio slogan de lançamento do Macintosh – The
computer for the rest of us (o computador para o resto de nós) e na definição do
uso computador como User Friendly (Uso Amigável).
Mas foi com o Microsoft Windows, presente nas máquinas de tecnologia
IBM PC, utilizando o mesmo conceito de interface gráfica, que se disseminou a
– História e evolução dos telefones celulares 28
tecnologia GUI, pois o IBM PC era uma tecnologia licenciável, com vários
fabricantes e, conseqüentemente, com preços mais acessíveis. Donald Norman
(1998) questiona:
“Porque tudo é tão difícil de usar? O real problema reside no
desenvolvimento do produto, na ênfase maior na tecnologia do que no
usuário, a pessoa na qual o produto está sendo destinado. Para melhorar
produtos, as companhias precisam de uma filosofia de desenvolvimento
que almeje o usuário humano, não a tecnologia. Companhias precisam de
um desenvolvimento centrado no usuário.”
Além disso, segundo Shneiderman (2002), as interfaces gráficas dos
computadores pessoais iniciaram considerações sobre as diversas necessidades
dos usuários.
Passados vinte anos do lançamento do primeiro Macintosh, os telefones
celulares ainda não contemplam o mesmo grau de usabilidade alcançado nos
computadores pessoais. Isto se deve tanto por restrições no tamanho, imagem,
som e entrada de dados dos celulares, quanto pela pouca eficiência de sistemas
encontrados em modelos de telefones celulares.
Segundo Craig Barret (2004), executivo-chefe da Intel, as tecnologias se
tornam cada vez mais diversificadas e presentes nas vidas das pessoas, e não
podem ser complicadas. Em função disso, diz Barret (2004) acreditar nos
investimentos em pesquisas sociais e etnográficas para entender a maneira
como as pessoas se relacionam com a tecnologia, procurando meios para tornála
a mais amigável possível.
Em pesquisa de outro fabricante de microprocessadores, a AMD, buscouse
descobrir os mais importantes motivadores de compra dos consumidores de
artigos de tecnologia. Segundo Tricia Parks (2004), presidente da empresa que
desenvolveu a pesquisa, o que mais surpreendeu a indústria foi descobrir que,
nos Estados Unidos, o preço não é o maior motivador de compra deste tipo de
consumidor. Os seis atributos que constituíram relevância foram: familiaridade,
importância de benefício do produto, viabilidade financeira, conhecimento de
onde comprar, percepção de fácil instalação e percepção de fácil utilização.
A pesquisa indicou que antes de adquirir o produto o consumidor leva em
consideração, primeiramente, a importância do seu benefício, em seguida, a
familiaridade, e, em terceiro lugar, a facilidade de uso. Os computadores, microondas
e telefones celulares foram citados como os produtos com maior
importância de benefício na pesquisa realizada.

Mudanças das Interfaces dos Celulareshttp://radioloandafm.files.wordpress.com/2008/05/celular-do-futuro.jpg
As Interfaces dos primeiros celulares eram compostas, basicamente, por
texto, e não permitiam uma riqueza de detalhes na apresentação das
informações no visor do dispositivo, em razão da tecnologia imprópria.
A resolução, responsável pela melhor definição dos textos e formação de
desenhos no visor, está gradualmente aumentando com a evolução dos
aparelhos celulares, assim como a quantidade de cores. Com esta melhora na
tecnologia de exibição de informações, os elementos gráficos na tela podem ser
melhor representados, equiparando-se a pequenos computadores pessoais.
Assim como aconteceu como os assistentes pessoais digitais, a interface
gráfica dos sistemas dos computadores pessoais foi usada como referência para
apresentação dos elementos em alguns modelos de celulares, ao ponto de
alguns telefones funcionarem com versão compacta do sistema Windows.
O som, que teve uma evolução com menos etapas do que a resolução da
tela do celular, também gerou bastante diferenças. Hoje, inúmeros modelos de
celulares, além de permitirem gravação de voz, grande qualidade de emissão de
alertas sonoros, chamados sons polifônicos, também possibilitam mixagens e
download de toques e músicas da Internet.
A evolução tecnológica busca cada vez mais criar dispositivos menores.
Apesar de ser bastante atrativa aos consumidores, esta tendência tecnológica de
priorizar a miniaturização implica em problemas ergonômicos de manipulação do
aparelho. Tais problemas aparecem na redução do tamanho das teclas e
caracteres no visor, além da redução na quantidade de teclas presentes nos
celulares, indo de encontro ao crescente aumento de funções nesses
dispositivos.

Conclusão
Assim como as interfaces gráficas dos computadores ampliaram a
possibilidade de outros tipos de usuários, excetuados os técnicos, usufruírem as
vantagens dos computadores, Sheiderman (2002) postula que, na nova
computação, a usabilidade universal possibilitará a inclusão de grupos até então
não considerados pela indústria, permitindo reverter o quadro atual de
subaproveitamento da tecnologia dos telefones celulares, como o encontrado no
Brasil na pesquisa de Robbie Blikoff (2001).http://baixadensidade.files.wordpress.com/2009/04/51_259-nokia-morph.jpg

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