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Tecnologia Ajuda mas tem seu preço!

Tecnologia causa estresse e invalidez no trabalhador

Estudo da Organização Internacional do Trabalho (OIT) aponta a informática como uma das principais causas de doenças mentais

Se você está deprimido, não está sozinho. Um estudo da Organização Internacional do Trabalho (OIT) - organismo das Nações Unidas responsável pelas condições de trabalho em todo o mundo - revela que a tecnologia é um dos principais fatores a causar sobrecarga de informações no ser humano, propiciando altos níveis de depressão e estresse entre os trabalhadores.

A entidade descobriu que um em cada dez trabalhadores da Finlândia, Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos - onde o estudo foi realizado - sofre de problemas de saúde mental, tais como depressão, ansiedade, estresse ou "queima de neurônios" (burnout) - o que "leva, em alguns casos, ao desemprego e à hospitalização", diz o relatório.

A pressão para acompanhar as mudanças tecnológicas, a reorganização do trabalho, o desemprego e a alta competitividade decorrente da globalização contribuem para aumentar a tensão. Segundo o relatório (www.ilo.org/public/english/bureau/inf/pr/2000/37.htm), a revolução da informática acelerou a competição e "não é surpreendente que ocorram cada vez mais casos de invalidez relacionados ao desenvolvimento de condições crônicas, tais como depressão e estresse induzido pelo trabalho".

A OIT alerta que as empresas e governos precisam levar o problema a sério:

"Em muitos países, a antecipação da aposentadoria, como decorrência de problemas de saúde mental, tem crescido a ponto de ser o principal motivo de concessão de pensão por invalidez."

Na Finlândia, mais de 50% da força de trabalho tem estresse e 7% dos trabalhadores sofrem de danos que levam a invalidez por problemas mentais, maior motivo de aposentadoria antecipada no país. Na Alemanha, também 7% das aposentadorias por invalidez estão ligadas à depressão. O país perde 5 bilhões de marcos por ano em produção por causa de faltas de trabalhadores relacionadas ao estresse.

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Android é 50% mais rápido que iPhone na navegação na web

Android é 50% mais rápido que iPhone na navegação na web

Os celulares com o sistema operacional do Google, Android, permitem que os usuários naveguem na internet até 50% mais rápido que o iPhone. Uma pesquisa conduzida pela “Blaze.io” comparou a performance das duas plataformas no baixamento de páginas da web.
O estudo abrangeu mais de 40 mil downloads de sites pertencentes a companhias da "Fortune 1000". Aparelhos com Android carregaram páginas inteiras da web 52% mais rápido que o iPhone.
Em média, celulares com Android levaram 2,1 segundos para carregar sites não-otimizados para dispositivos móveis, enquanto que o iPhone levou 3,2 segundos. O Android superou o iPhone com 84% do tempo de carregamento das páginas.
O teste incluiu o Samsung Nexus S (Android 2.3), o Samsung Galaxy S (Android 2.2), o iPhone 4.3 e o iPhone 4.2. As páginas foram carregadas usando uma boa conexão wi-fi, e cada aparelho processou sites da "Fortune 1000" pelo menos três vezes.
Segundo o estudo, ambas as plataformas carregaram páginas criadas especificamente para aparelhos móveis em um tempo idêntico de 2 segundos.
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Veja como são produzidos os processadoresProcessode fabricacao de processadores

Veja como são produzidos os processadores

Eles estão presentes em todos os desktops, notebooks, netbooks e muitos eletrônicos que já estão aderindo à inteligência avançada para processamento de dados. Sim, estamos falando dos processadores, os responsáveis pela mágica que move o mundo de diversas formas.
Apesar de conhecermos um pouco sobre eles, o máximo que temos noção diz respeito à velocidade, ao modelo comercial, socket e detalhes que realmente são de alguma forma úteis no cotidiano. No entanto, como será que as fabricantes desenvolvem tais componentes? De onde vem o material utilizado para a construção de uma CPU? Quantas pequenas peças tem um processador?
Estas e outras perguntas serão respondidas neste artigo, que visa mostrar a alta complexidade da fabricação dos processadores, através da simplicidade das imagens, vídeos e respostas rápidas que preparamos para você. No entanto, antes de entrar nesses méritos, vale uma retrospectiva e uma observação especial nas curiosidades destes cérebros digitais.

Curiosidades

Os átomos dos computadores

Você já deve conhecer o átomo. A menor partícula da matéria. Os processadores também possuem átomos, porém na construção dos processadores os cientistas não conseguem manipular elementos tão ínfimos. Sendo assim, o que consideramos como átomos são os transistores, pequenos componentes presentes em quaisquer aparelhos eletrônicos.
Basicamente, os transistores são os únicos componentes inteligentes na eletrônica (considerando apenas os de funções básicas). A diferença entre eles e os resistores, capacitores e indutores, está na tarefa executada. Enquanto os demais itens manipulam a energia elétrica de forma simples, os transistores aproveitam-na para funcionar como interruptores e amplificadores.
Transistor de 32nm
Fonte da imagem: divulgação/Intel
Apesar da complexidade do parágrafo acima, o importante é saber que quando em conjunto, muitos transistores podem realizar tarefas complexas (execução de aplicativos e jogos avançados). E é justamente por isso que eles existem em abundância nos processadores. Como você percebeu em nosso infográfico, os primeiros processadores já contavam com milhares de transistores. Os mais evoluídos passaram para os milhões. E os atuais chegam a bilhões.
E como cabe tudo isso dentro de um espaço tão pequeno? Bom, imagine o seguinte: se em uma caixa de fósforos podemos colocar 20 palitos grandes, na mesma caixa poderíamos colocar o dobro de palitos com a metade do tamanho. Assim acontece com os transistores, para colocar mais deles em um mesmo espaço, as fabricantes reduzem o tamanho. Aliás, reduzem muito!
A diminuição de tamanho é tão grande que nem sequer podemos ver a olho nu um transistor. Eles alcançam a casa das dezenas de nanômetro, ou seja, muito mais fino que um fio de cabelo. No entanto, não é só pelo tamanho que consideram os transistores como átomos dos processadores, mas principalmente pela função realizada. Assim como os átomos são fundamentais para quaisquer seres vivos, os transistores são essenciais para o funcionamento das CPUs.
Outro aspecto importante a comentar está relacionado ao formato. Enquanto um transistor comum, em geral, tem formato quadrado e três “pernas”, os transistores construídos com nanotecnologia perdem esta característica, parecendo-se muito mais com partículas. Bom, agora que já falamos dos transistores, vale assistir a um vídeo da AMD:


A primeira etapa: diagrama dos circuitos

Antes de começar a fabricação dos processadores, os projetistas e engenheiros criam o diagrama de circuitos. Este diagrama é uma espécie de desenho que vai determinar que peça ficará em determinada posição dentro de uma CPU. Tal tarefa exige conhecimento avançado, tanto sobre os componentes existentes para a fabricação quanto sobre as tecnologias que poderão ser utilizadas.
Parte da diagramação de circuitos
Fonte da imagem: divulgação/AMD
A diagramação dos circuitos é construída em diversos locais de maneira colaborativa. Muitos estudiosos sugerem opções para a geração de um diagrama funcional e que possa oferecer alternativas mais eficientes e viáveis. Nesta primeira etapa surge a arquitetura dos processadores.
Através de muita análise, os engenheiros decidem a quantidade de memória cache, os níveis de memória, a frequência, os padrões da CPU e detalhes específicos quanto ao modo como o chip principal vai utilizar a memória cache. Claro que, a diagramação vai muito além e em geral é um processo longo. Os engenheiros precisam planejar com muita antecedência a CPU, pois ela será comercializada alguns meses (ou até um ano) depois.

Começa a fabricação: da areia para o chip

Você já reparou na quantidade de areia que existe em uma praia? Então, ela não serve apenas para fazer castelinhos, pois também tem utilidade na fabricação dos processadores. É isso mesmo: a areia é o fundamento de uma CPU e, evidentemente, após muitas transformações ela passa a ser um elemento inteligente no seu computador.
A areia tem em sua constituição 25% de silício, que por sinal é o segundo elemento mais abundante em nosso planeta. E aí é que está o segredo dos processadores. A areia, propriamente dita, não serve para a construção, no entanto o silício é um cristal excelente.
O material básico para os processadores
Fonte da imagem: divulgação/Wikimedia Commons
De onde a areia é retirada? Nenhuma fabricante relata exatamente o local de obtenção, pois nem sempre elas buscam exatamente areia comum. Segundo informação da Intel, a matéria-prima de onde retiram o silício é o quartzo. Este mineral é rico em dióxido de silício (SiO2), material que realmente é a base de tudo.
Não seria possível construir com outro elemento? Com certeza! Inclusive existem transistores constituídos de outros elementos químicos (como o Gálio, por exemplo). Todavia, as indústrias, geralmente, optam pelo silício justamente pelo baixo custo e devido à abundância deste elemento.

O silício em seu estado mais puro

Para construir um processador não basta pegar um pouco de areia e apenas extrair o silício. A fabricação de uma CPU exige um nível de pureza perfeito, algo em torno de 99,9999999%. Isso quer dizer que a cada 1 bilhão de átomos, somente um não pode ser de silício. O silício é purificado em múltiplas etapas, para garantir que ele atinja a qualidade máxima.
Processo para obter o lingote
Fonte da imagem: divulgação/Intel
Este processo de purificação é realizado através do derretimento do silício. Após atingir uma temperatura de altíssimo nível (superior ao nível de fusão), as impurezas deixam o silício isolado, de modo que o material esteja em sua forma mais natural. Ao realizar esta etapa, as fabricantes costumam criar um grande lingote (uma espécie de cilindro).

Wafers: o processador começa a tomar forma

Um lingote costuma pesar em média 100 kg, no entanto este cilindro não tem utilidade com o tamanho avantajado. Sendo assim, é preciso cortar o lingote em fatias, de modo que se obtenham pequenos discos de espessura reduzida (algo em torno de 1 mm).
Fatiando o lingote
Fonte da imagem: divulgação/Intel
Estes discos também são conhecidos como wafers. Eles possuem uma estrutura química perfeita e é onde os transistores serão encaixados posteriormente. Apesar de serem muito finos, eles não são muito pequenos. O tamanho varia conforme a fabricante, a Intel, por exemplo, utiliza wafers com 30 cm de diâmetro.
Segundo a Intel, a estratégia de utilizar discos maiores é útil para reduzir os custos de produção. Até porque, as duas maiores fabricantes de processadores (AMD e Intel) compram os wafers prontos. Após o corte dos wafers é necessário polir a superfície para obter faces tão brilhosas quanto um espelho.

Entrando nas “salas limpas”

Antes de dar continuidade ao nosso processo de construção, precisamos nos localizar. Tendo os wafers prontos, as fabricantes não podem deixar que nenhuma partícula de poeira chegue perto deles. Para isto é preciso ter um ambiente com higienização perfeita. Conhecidos como “salas limpas”, os laboratórios para fabricação de processadores são até 10 mil vezes mais limpos do que uma sala de cirurgia.
Roupas especiais para trabalhar nas salas limpas
Fonte da imagem: divulgação/Intel
Para trabalhar em um ambiente como este é preciso utilizar trajes especiais. Os trajes são tão complexos que até mesmo os funcionários das fabricantes levam alguns minutos para vestir todos os acessórios apropriados para evitar contato com os wafers.

Inserindo o desenho no wafer

Agora que os discos de silício estão em um ambiente apropriado, é necessário aplicar o processo foto-litográfico. Este processo é que vai determinar o “desenho” principal do processador. Para a realização deste passo, as fabricantes aplicam um material foto-resistente ao wafer (o material varia conforme a empresa, a AMD demonstra com um material de cor vermelha, a Intel com um de cor azul).
Material foto-resistivo aplicado ao wafer
Fonte da imagem: divulgação/Intel
Depois é aplicado luz ultravioleta para realizar a transferência do diagrama de circuitos (aquele comentado no começo do texto) para o wafer. A luz incide sobre o circuito (em tamanho grande), o qual reflete o desenho em uma lente. Esta lente vai diminuir o tamanho do circuito, possibilitando que a escala seja reduzida com perfeição para o tamanho necessário. Por fim, a luz refletida pela lente sobre o wafer fica gravada e pode-se dar continuidade ao processo.
O desenho aplicado ao wafer
Fonte da imagem: divulgação/Intel
As partes que foram expostas a luz ficam maleáveis e então são removidas por um fluído. As instruções transferidas podem ser usadas como um molde. As estruturas agora podem receber todos os minúsculos transistores.

Wafers prontos: hora de jogar os átomos

Depois que os wafers foram preparados, eles vão para um estágio onde as propriedades elétricas básicas dos transistores serão inseridas. Aproveitando a característica de semicondutor do silício, as fabricantes alteram a condutividade do elemento através da dopagem. Assim que os átomos estão dopados, eles podem ser “jogados” na estrutura do wafer.
Jogando átomos no wafer
Fonte da imagem: divulgação/Intel
Inicialmente, os átomos (carregados negativamente e positivamente, também conhecidos como íons) são distribuídos de maneira desordenada. No entanto, ao aplicar altas temperaturas, os átomos dopados ficam flexíveis e então adotam uma posição fixa na estrutura atômica.

Ligando tudo

Como cada estágio é realizado em uma parte diferente da fábrica, algumas partículas de poeira podem ficar sobre o processador. Sendo assim, antes de proceder é preciso limpar a sujeira depositada sobre o circuito.
Agora passamos ao próximo estágio da fabricação, em que o cobre é introduzido no processador. No entanto, antes de aplicar este elemento, uma camada de proteção é adicionada (a qual previne curtos-circuitos).

Cobre

Agora sim o cobre pode ser adicionado na estrutura do processador. Ele servirá para ligar bilhões de transistores. O cobre vai preencher os espaços que ficaram sobrando no wafer. Depois que tudo está devidamente ligado, temos circuitos integrados que vão agir em conjunto. Como a quantidade de cobre é adicionada em excesso, é preciso removê-la para que o wafer continue com a mesma espessura.
Depositando cobre
Fonte da imagem: divulgação/Intel
Detalhe: desde o começo da fabricação até a etapa atual, todas as etapas são acompanhadas com o auxílio de um microscópio de alta qualidade. Assim, os engenheiros visualizam as mínimas partes de cada transistor individualmente, o que garante a perfeição nos componentes internos do processador.
O processo para a criação de um wafer leva cerca de dois meses. No entanto, como um wafer comporta muitos chips, as fabricantes conseguem milhares de processadores em cada remessa de produção.

O último passo: o processador como conhecemos

Finalmente, um número absurdo de contatos é adicionado a parte contrária do wafer. O wafer será cortado em diversas partes para gerar vários processadores. No entanto, cada pedaço do wafer não é uma CPU, mas apenas um die – nome dado ao circuito principal.
O die é “colado” sobre uma base metálica, também conhecida como substrate. O substrate é a parte de baixo do processador e será a responsável por interligar os circuitos internos da CPU com os componentes da placa-mãe. Esta ligação é realizadas através de pinos metálicos – os quais serão encaixados no socket.
Etapa final
Fonte da imagem: divulgação/Intel
Outro componente semelhante a uma chapa metálica é colocado em cima do die. Este item é conhecido como heatspreader (espalhador de calor) e servirá como um dissipador. É no heatspreader que serão adicionados a logo da fabricante, o modelo do processador e futuramente será o local para aplicação da pasta térmica.

O processador chega a uma loja perto de você

Depois de juntar os três itens principais, o processador será testado mais uma vez – durante o processo de fabricação ele já foi testado diversas vezes. Caso os testes indiquem que tudo está normal, o produto será embalado.
O processador como você conhece...
Fonte da imagem: divulgação/AMD
Evidentemente, até este processo segue padrões rígidos, afinal todas as CPUs devem chegar com o mesmo padrão de qualidade até o consumidor. Muitos produtos serão enviados diretamente para montadoras, as quais já firmaram contratos prévios com as fabricantes. Outros serão encaixotados para a venda em lojas de informática.

Pronto para fabricar o seu?

Basicamente o processo de fabricação consiste nos passos apresentados neste artigo. É claro que não abordamos a inserção da memória cache, a fabricação dos transistores e adição de diversos componentes que vão nas CPUs.
Todavia, as próprias fabricantes não revelam muito sobre este assunto, justamente porque não veem necessidade de que os consumidores obtenham tais informações – além de que isto pode ajudar a cópia de métodos por parte das concorrentes.
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Namoro Ou Tecnologia!

Namoro Ou Tecnologia!

O "amor incondicional" pelas novas tecnologias é uma atitude "exclusiva" dos homens segundo um estudo elaborado pela portal Yahoo! com o título "Men Behaving Digitally", que foi apresentado durante a feira OMExpo.
O responsável de marketing de produto do Yahoo! Europa, Ana Díaz, explicou a conclusão desta pesquisa que conclui que o 30% dos homens "adoram" a tecnologia e que 60% se sentem "muito interessados" por ela, umas porcentagens que se reduzem notavelmente no caso das mulheres.
Para o estudo, o portal entrevistou pessoas de cinco países europeus, 3.000 deles só na Espanha, dos quais, 80% eram homens.
"O 20% restante corresponde a mulheres que foram questionadas para obter um contraste dos hábitos masculinos", especificou Díaz, que na quarta-feira apresentou os dados do estudo relativos à Espanha.
Segundo a enquete, o acesso das mulheres à tecnologia "é muito mais prático" e se centra sobretudo na relação com os demais por meio das redes sociais.
Apesar das diferenças entre homens e mulheres, a tecnologia parece estar ajudando à incorporação do sexo masculino nas tarefas domésticas e a sua participação na vida familiar.
Cerca de 52% dos homens acredita que a internet "ajuda a ser melhores pais" e o número dos homens que consultam receitas culinárias (45% dos entrevistados) é mais que o dobro que a porcentagem das mulheres.
Embora tanto homens como mulheres coincidem na preferência em namorar pessoalmente, 30% dos homens entrevistados afirmam que preferem dedicar seu tempo à tecnologia que ao relacionamento e 28% já "fuçaram" na internet o perfil de alguma de suas ex-namoradas.
Estar mais informado, conhecer mais a fundo temas ambientais e manter-se em dia com as tendências da moda, saúde e dietas, são parte do que os homens buscam na rede, embora as novas tecnologias, o "do it yourself" (faça você mesmo) e a "discrição" para adquirir produtos íntimos seguem sendo pontos fortes da internet para o público masculino.
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Celular do futuro e tendencias da tecnologia!

TECNO. Conheça o celular do futuro



Flip phone, um telefone com tres telas flexíveis é a novidade em termos de telefonia móvel.

O protótipo, desenhado por Kristian Ulrich Larsen, dispõe de três telas que melhoram a interface habitual dos telefones ao aumentar a superfície de visualização.

Parece um calendário. Na verdade serve também para esse tipo de mostruário. Além de ser um relógio de mesa. As múltiplas posições favorecem adotar posições segundo as necessidades.

What is being creative? from Kristian Ulrich Larsen on Vimeo.


8 Celulares do Futuro

celular
Celulares tecnológicos sempre nos surpreendem, mas o que será que as empresas de celular estão planejando para um futuro próximo? Veja as fotos e os modelos e fique de queixo caído. Relógio no celular não é novidade. Mas o TripleWatch, desenhado por Manon Maneenawa, tem uma interessante técnica que permite ao usuário usá-lo tanto como um relógio de pulso ou de mesa, quanto como um celular normal.


triplewatch

Celular relógio

Relógio no celular não é novidade. Mas o TripleWatch, desenhado por Manon Maneenawa, tem uma interessante técnica que permite ao usuário usá-lo tanto como um relógio de pulso ou de mesa, quanto como um celular normal.
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Conceito Onyx

De acordo com esse conceito, o celular terá uma tela LCD de alta-resolução e sensor transparente sensível ao toque. Provavelmente, não demorará muito para modelos usarem essa tecnologia.
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Primo do iPhone

Este protótipo da Asus possui tela touchscreen de 3.9 polegadas que ocupa toda a superfície do aparelho, um teclado QWERTY dobrável e câmera de 2 megapixels. Com apenas 9.4 mm de espessura seria um forte rival do iPhone.
sleak-n-slim

Fino e confortável

O celular “Sleak&Slim” da Sky também é baseado em tecnologia de tela sensível ao toque. Ele possui um touchpad que chama a atenção, chaves encondidas e segue fielmente o estilo minimalista.
nokia-mobile-phone-future

Dos filmes de ficção científica

Um modelo do futuro. Além de usar bateria líquida, reconhece vozes, tem tela flexível e é inteiro sensível ao toque. Foi desenhado por Tamer Nakisci e ganhou o prêmio Nokia Design.
bracelet-phone

Bracelete, celular e player de MP3

Com esse celular, quando você quiser ler uma mensagem que recebeu, basta tirar seu bracelete. Além de ser um acessório de moda, ele é um player MP3, o que o torna perfeito para festas.
cuin5-mobile-phone

Interface eficiente

O objetivo desse aparelho é oferecer uma interface prática. Cada uma de suas faces tem um teclado, um microfone e um alto-falante. A que você tocar primeiro funciona, enquanto as outras ficam bloqueadas.
nokia-aeon

Sem intermediários

Esse modelo da Nokia é inspirado no Onyx da Synaptics. Ele não tem teclado ou botões. É uma interface sensível ao toque.
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lançamento Sony Ericsson Play

Novo smartphone Sony Ericsson Play terá 60 games

13 de fevereiro - Além de um celular, o Xperia Play tem um controle deslizante com todos os botões presentes no PlayStation Portátil. Foto: Divulgação
O smartphone Sony Ericsson Xperia Play, que começa a ser vendido esta semana na Europa, já tem 60 games compatíveis com a plataforma Android. O aparelho traz recursos do PlayStation ao telefone.
Segundo a fabricante, são diversos títulos que incluem games originais do PlayStation, jogos casuais e alguns 3D que usam a capacidade gráfica completa do aparelho. No lugar do teclado, o Xperia Play traz um controle de games similar ao do PlayStation.

Lançado trailer do novo game de Tranformers

Transformers: Dark of the Moon é o novo título para a continuação do game. O primeiro jogo impressionou muita gente com a sua qualidade de som e imagem, será que esse será diferente ?

O jogo está previsto para a metade deste ano, assim como o filme, e parece animar muitos fãs. A activision acabou de lançar o trailer oficial do jogo, que será desenvolvido pela High Moon Studios, a mesma que foi responsável pelo título anterior - Transformers: A Guerra de Cybertron.

SK 17i Mango: conheça o substituto do Xperia X10 Mini Pro

Imagens do novo Mini da Sony Ericsson
Fonte da imagem: it168


Nada como bons “espiões” para trazerem alguma novidade, ainda mais quando eles estão na China, um dos países que exportam muita tecnologia para o Ocidente. O site it168 trouxe algumas imagens do que parece ser o sucessor do Xperia X10 Mini Pro, da Sony Ericsson.
O Sk 17i conta com sistema slide para esconder o teclado físico completo, além de uma interface de usuário que remete tanto ao X10 Mini quanto à série X8. Para completar, ele parece contar com sistema operacional Android 2.3, o já conhecido Gingerbread.
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Publicidade e Propaganda de Computadores antigos!

Anuncios de computadores antigos

Tava de bobeira clicando por ai acabei encontrando umas imagens beminteressante de anuncios antigos de computadores e resolvi ctrl-vzar para o blog.

Click na imagem para ampliar



















































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